QUE ESPORTE QUEREMOS CONSTRUIR PARA O FUTURO?

Propostas desenvolvidas por Alaor Azevedo e equipe, tendo ouvido a maioria das confederações nacionais, inúmeras federações estaduais, clubes de todo o país, secretarias estaduais e municipais, além de amplo estudo, com benchmark internacional (especialmente França, Itália, Reino Unido e Estados Unidos), com o intuito de gerar mudanças positivas no Comitê Olímpico do Brasil.

Ao longo dos últimos anos, estivemos presentes em fóruns de diversas naturezas, discutindo intensamente o esporte brasileiro, principalmente no tocante à modernização dos métodos de gestão.

Colhemos de diversas entidades e de especialistas propostas relevantes para uma ampla mudança do panorama atual. Esse novo ciclo precisa ser iniciado, agora.

Por isso, reunimos e compilamos aqui, 5 grandes áreas que acreditamos poder impactar em melhorias significativas na relação do COMITÊ OLÍMPICO DO BRASIL (COB) com os seus diversos stakeholders, com especial atenção para as Confederações, Federações, Clubes, Atletas, Árbitros e Oficiais e demais entes envolvidos diretamente com o fenômeno esportivo.

A perspectiva da mudança passa por:

  1. GOVERNANÇA
  2. INTEGRAÇÃO E COMPARTILHAMENTO
  3. CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO
  4. COMUNICAÇÃO E MARKETING
  5. ADVOCACY

Apresentaremos a seguir um pouco dessas ideias.

Conto com você para seguirmos transformando o Esporte no Brasil.

Muito obrigado!

Alaor Azevedo

Presidente da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa

Proposta de retorno do “Membro Nato”, que após 8 anos de gestão em Confederações passa a ter direito a voto e voz nas AGOs, ampliando o colégio eleitoral do COB, de modo a democratizar o processo.

Participação efetiva dos Presidentes de Confederações na Diretoria do COB. Conselho de Administração com participação das Confederações e com Membros Externos. Criação de cargos honoríficos, aproveitando o conhecimento acumulado de ex-presidentes de Confederações.

Publicação trimestral dos balanços técnicos, administrativos e financeiros, com o balizamento de indicadores de performance do COB. Orçamento Anual construído e aprovado pela Assembleia.

Criação do Código de Ética do COB, estimulando a aplicação de seus princípios nas demais entidades do sistema esportivo brasileiro.

Sistema de eleições democrático, funcionando como uma oportunidade para debater e construir melhores ideias para o esporte no Brasil.

Apresentação de um Plano de Atividades Anual, com detalhamento das ações e respectivos custos.

Adequar o Estatuto do COB à legislação esportiva atual, tornando-o elegível à celebração de Convênios.

Decisões mais transparentes de distribuição dos recursos da Solidariedade Olímpica, com critérios aprovados pela Assembleia.


Divisão justa dos recursos da Lei Agnelo Piva para todas as Confederações.

Sede do COB integrada às Confederações - com a otimização de custos e o compartilhamento de recursos e serviços como: Assessoria de Imprensa, Auditoria Externa, Despachante Aduaneiro, Marketing e Comunicação, Contabilidade, Informática, Publicações Legais, Jurídico, Central de Compras etc. Visando economizar e otimizar os recursos para que haja maior investimento nas atividades-fim das entidades.

Criação de um único STJD para todas as confederações e de um Tribunal Arbitral do Esporte, para otimização dos recursos e celeridade na resolução de contratos e outros.

Reuniões de trabalho com duração de três dias, permitindo a troca de experiências entre as confederações e o COB, apresentação de palestras e debates sobre temas comuns.

Proposta de um Plano de Cargos, Salários e Carreira, unificado, para todas as Confederações, respeitando-se, assim, seus orçamentos e características.


Criação de um MBA focado na gestão de entidades de administração do esporte, customizado para os principais dirigentes e executivos das entidades esportivas.

Proposição de um Plano Estratégico para todos os esportes e Confederações, integrando um Plano de Ação factível e exequível construído de forma integrada com Clubes, Federações, Confederações, COB, Ministério do Esporte, Universidades, ONGs, Atletas, Árbitros e Oficiais, dentre outros.

Estudar e propor a estrutura organizacional mínima de gestão das Confederações e, a partir daí, estabelecer o correspondente montante anual de recursos da Lei Piva, bem como o limite percentual para custear as atividades meio identificadas como essenciais.

Oferta de capacitação para colaboradores das Confederações em países que são referência em gestão.

Investimento em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PDI) para a gestão do esporte, de modo a gerar subsídios para a evolução contínua de boas práticas no COB e nas Confederações.

Incubação de Startups do esporte em espaços dedicados, com intensa interface com as Confederações, de modo a construir um ambiente positivo de inovação.

Criação do Portal do Esporte, com a integração de todas as confederações - identidade visual padrão. Isso permite fortalecer a marca do COB, das Confederações e do esporte brasileiro em relação aos fãs, imprensa, mídia, poder público e patrocinadores.

Criação e geração de conteúdo próprio do COB e das Confederações em redes sociais, incluindo a criação da TV COB Digital. A ideia é ampliar a visibilidade de todas as entidades e se aproximar do público jovem em diferentes meios de comunicação.

Investimento de 5% da receita do COB em marketing em prol das Confederações, de modo a construir um ciclo virtuoso de relacionamento das entidades esportivas com o mercado.

Criação de um ambiente de relacionamento com os clientes (CRM), compartilhado entre todas as Confederações, para oferecer vantagens e facilidades para os praticantes e fãs do esporte.

Implementação de um trabalho de marketing de conteúdo, para manter o COB no topo da lista dos sites de busca sobre tudo que é relacionado a esportes.

Criar a Câmara Permanente de Marketing Esportivo com o objetivo de conquistar patrocínios estruturados para as modalidades esportivas de menor visibilidade.

Fortalecimento da sinergia entre clubes, federações estaduais, confederações nacionais, secretarias municipais e estaduais de esporte, Ministério do Esporte, universidades, sistema S, órgãos militares, ONGs etc., de modo a consolidar os laços e o papel de cada entidade no processo de desenvolvimento do esporte no Brasil, para otimizar recursos e especialidades.

Criação de Escritórios de Representação do COB em São Paulo/SP, Brasília/DF e mais 3 regionais (Sul, Norte e Nordeste), com efetivos de pessoal, cargos e salários aprovados pela Assembleia para fortalecer o esporte de forma plena em todo o país.

Participação ativa da construção do PLANO NACIONAL DO ESPORTE, para que todas as entidades possam colaborar, positivamente, com o desenvolvimento do esporte de acordo com o seu propósito específico, sem gerar sobreposição de funções e atribuições.

Fortalecer o Ministério do Esporte, demonstrando para os representantes do s Poderes Executivo e Legislativo a necessidade permanente de garantir as condições funcionais e financeiras para o desenvolvimento contínuo do esporte.

Vamos trabalhar juntos para alcançar o pleno desenvolvimento do esporte no Brasil.

Contamos com a participação de toda a comunidade esportiva para que possamos colocar em prática essas e tantas outras ideias. Somente em um ambiente democrático de debate é que poderemos fazer o esporte brasileiro crescer em sua plenitude.

Obrigado!




Faça contato comigo ou envie suas ideias e opiniões para avançarmos.

Alaor Azevedo


contato@mudacob.com.br

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